A
livrólica não se enxerga. Mesmo depois de ter engolido dois valentes cartões
vermelhos em direto e quase em simultâneo, não aprendeu, e todos os dias vai ao
gregório com resmas de parvoíces no seu miserável espaço na web, tentando
atingir indiretamente pessoas de bem. Será que consegue? Não creio!!
Não,
não é estrábica. Já aqui o disse. Ficou assim depois de ter ido parar ao olho
da avenida.
Os
seus textos na net são para gargalhar, tal são os patamares que consegue galgar
todos os dias… Evolução não faz parte do seu léxico. Ora se mostra altamente
solidária com os mais necessitados, mas pedindo a terceiros que ajudem (com as
calças do meu avô também eu era homem), ora dá altos pontapés na gramática que
até assustam o maldito susto.
A
livrólica tinha obrigação de escrever bem, mas não. Bem pelo contrário. A sua
escrita e linguagem são altamente limitadas. Ainda não aprendeu, por exemplo, a
distinguir o “demais” do “de mais”… É burrinha, e “prontos”. Mas o mais grave é
que não sabe. Ai, “coltura”. Tinha obrigação, pelo seu métier, de fazer uso do
novo acordo ortográfico. Não o faz e é um direito que tem. Mas agora reparem no
altamente bizarro desta jumenta. Numa frase, usa o acordo antigo, noutra, o
novo acordo. INÉDITO, cara de pau! “I like banana, because il n´y a pas de
caroço”? Já pensaste numa candidatura ao Guiness? Até poderias arranjar aí
emprego. Terias, todavia, de ir para a Irlanda do Norte. Sabes porquê? Claro que não! O Dr.
Google explica-te!
Mas
a livrólica não está só. Tem ao seu lado outro jegue. O melhor: uma jegue! A
tal que anuncia ao mundo ter um curso superior, mas que nem uma cadeira
conseguiu fazer na universidade. Quer ser aquilo que nunca conseguiu ser por
mérito próprio. Então, vamos fazer de conta que sou a DOUTORA jegue. Custa
muito marrar nos livros, não custa? É mais fácil cobiçar a vida alheia, não é?
Sabes o que dizia o outro? Se tens inveja de mim, trabalha, calona!
O
que acontece aos desleixados? Tornam-se incompetentes e deixam de servir a
causa com brio. Apesar de tudo, esta jumeta mostra-se indolente, mas as dores
causadas pelos sucessivos tombos são gasolina no fogo ardente. Uma dor muito
mais dura do que o pontapé que mamou o seu gordinho rabiosque e do saltinho que
deu bem para baixo, pois claro! Consta que passava os dias no facebocas… Foi
caçada. Nada que fosse difícil, pois trabalhar e evoluir também não é regra com
esta madame. Uma donzela de meia tigela que odiava informática, mas depois passou a amar…
Comadres,
minhas comadres, “juntaram as duas à esquina, a tocar a concertina e a bailar o
solidó”… Os canídeos ladram e a caravana sobe, sobe!!...
Mário
Gonçalves

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