No Dia Mundial do Livro, contamos a história de um palácio que resistiu ao tempo, a investidas amorosas de um rei, tremores de terra e pandemias para ser hoje a “sala de estar” dos vizinhos de Alvalade, “um espaço de resistência”.
As bibliotecas nem sempre tiveram a sorte de viver as suas próprias aventuras. Não é o caso, porém, da Biblioteca dos Coruchéus, em Alvalade. Quem vê o simpático palacete do século XVII a repousar sereno sob a sombra dos plátanos, não imagina que o prédio viveu diversas vidas.
A celebrar neste ano uma década de atividades, num simbólico 23 de abril, Dia Mundial do Livro, a Biblioteca dos Coruchéus durante os séculos sobreviveu ao grande terramoto de 1755 e abriu as portas a inúmeros propósitos – uns nada nobres, outros literalmente “nobres”, como quando acolheu as escapadas extraconjugais de Filipe II de Espanha.
In Mensagem de Lisboa
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