A obra de Antoine Saint-Exupéry está de parabéns. Comemorou 80 anos.
Foi reproduzida não apenas na literatura, mas também no teatro.
Há livros que são como perfumes: quanto menor é o seu tamanho, mais sentidos exalam nas leituras que vamos realizando ao longo dos tempos. Oitenta anos depois, o clássico de Saint-Exupéry continua tão urgente como se tivesse acabado de ser escrito.
Simplicidade e subtileza: toda a poética de Saint-Exupéry converge em palavras, símbolos e figuras que se elevam da narrativa para nos envolver numa viagem cintilante, espacial porque realizada nas estrelas e nos asteroides, desafiando noções de espaço e de tempo. Parecendo começar na infância do narrador.
By Maria de Jesus Cabral / SOL
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