Nelson Silva Lopes (NSL) é um amante da literatura. Já publicou vários artigos sobre o mundo literário e entervistou várias personalidades ligadas à cultura e literatura...
É casado com a Dora Almeida Lopes, uma excente pessoa e muito solidária com
quem mais precisa.
É pai de Andreia Lopes, uma jurista que já está a deixar marcas em Portugal.
Filho de uma referência de ajuda e apoio aos mais necessitados. A sua mãe, Dona Petronila, que já não está connosco, ainda hoje, é considerada, por muita gente que a conheceu, uma Santa. Eu, que a conhecia bem, subscrevo completamente.
Fez o Curso Superior de Gestão no ISLA e foi um dos discípulos do CENJOR, o Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas. Esta antiga escola dos jornalistas, numa altura em que ainda não existia o curso superior de jornalismo, é, ainda hoje, considerada uma excelência no panorama europeu.
Especializou-se em jornalismo de sociedade, jornalismo de investigação, jornalismo de desporto e fotojornalismo. Tirou um curso na TSF - Rádio Jornal e vários na APR, Associação Portuguesa de Radiodifusão.
NSL é considerado um expert em Marketing Digital, tendo cursado no gigante universo Google / Portugal, em Setúbal.
NSL faz muitas vezes voluntariado para ajudar os mais desfavorecidos. Distribui, por exemplo,em diversas madrugadas, a Sopa aos Pobres, através de uma associação humanitária de Lisboa com o mesmo nome. Quando a equipa chega aos locais onde sabem que estão pessoas a aguardar, ansiosamente, pela primeira refeição quente do dia, surgem também outros homens e mulheres "bem vestidos" que precisam de alguma comida e roupas. São quase todos desempregados, mas têm de recorrer a este apoio porque o pouco dinheiro que têm é para "matar a fome" aos filhos e pagar a renda de casa para não serem postos na rua. É dura esta imagem, não é? Mas é real! Também eu já integrei a equipa desta missão: Sopa aos Pobres.
É também o presidente da direcção da AJSC, uma instituição composta por voluntários, em Samora Correia, e que tem como objetivos ajudar quem mais necessita.
NSL é muito próximo da família, dos amigos e da boa gastronomia tradicional portuguesa... É uma aficionado e apreciador de tudo o que gira em torno da Lezíria Ribatejana: a fauna, a flora, o rios Almansor e Sorraia, os pescadores que ainda hoje, usam os métodos tradicionas na apanha de enguias... as aves autóctones, os touros, os cavalos, as tradições, os usos e costumes...
Por favor, querem um conselho? Não digam mal do seu SLB. É sócio das Águias desde pequeno. NSL quer para a sua vida VITÓRIA, curiosamente o nome da Águia do Benfica.
Como oficial na Escola Prática de Cavalaria, em Santarém, serviu com honra e patriotismo, em 1991, o exército português, precisamente no ano em que disparou a operação "Tempestade no Deserto", liderada pelos EUA, no Iraque.
Poucos foram os portugueses, nascido em 1970, que se livraram de ir à tropa. A polícia do mundo (EUA) teve receio de uma expansão à escala mundial.
Os de 70 tiveram obrigatoriamente de aprender as "artes da guerra": guerrilha urbana, armas, munições, explosivo, granadas ofensivas, de gaz lacrimogéneo, incendiárias... veículos militares, semana de campo, marcoris, GAM (ginástica de aplicação militar), defesas e ataques, quedas na máscara, operações diurnas e noturnas, camaradagem, espírito de ajuda e de corpo, missões, gritar, obedecer aos superiores, algumas vezes chorar, dor, sangue, feridas, resgates, solidariedade... são apenas alguns exemplos. Exagero? Não! Sei do que falo, também eu "bati com as costas" nesse cenário.
Nelson Silva Lopes começou a servir o exército portugues no mês de novembro desse ano. A "Tempestade no Deserto" teve início quatro meses antes, em agosto.
Frontal, direto e sem papas na língua, o que nem sempre agrada a alguns passageiros da vida que têm feridas sujas espalhadas pelo corpo e que minam os portugueses e a nossa sociedade.
NSL garante que "gostaria de deixar uma sociedade muito melhor do que aquela que recebeu". A frase tem a sua autoria, mas eu, às vezes, rouboa. Fica bem!
Tal como eu, nasceu em 1970. Digo-lhe por piada, e sem nos queremos comparar aos ilustres da Históriade Portugal, que somos os dois da Geração de 70.
GERAÇÃO DE 70?
Num ambiente boémio, na cidade universitária de Coimbra, Antero de Quental, Eça de Queirós, Oliveira Martins, Ramalho Ortigão, entre outros jovens intelectuais, reuniam-se para trocar ideias, livros e formas para renovar a vida política e cultural portuguesas. Criaram então a Geração de 70.
Desculpem o alongado traço biográfico, mas para mim sempre foi importante conhecer o rosto, a imagem, o carácter e a pessoa, assim como as suas importantes caminhadas pela vida em prol dos outros.
Obrigado Nelson por integrares a minha equipa na L&L!
Mário Gonçalves
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