REVISTA LIVROS & LEITURAS

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terça-feira, 30 de abril de 2019

A Morte dos Reis


Num campo de batalha, Uhtred sente a pressão, dúvida e dever de cumprir a sua palavra para com o rei morto. 
Será que Uhtred sabe o que a sua decisão será fundamental no desenrolar da história?  
As lealdades irão ser postas à prova e os enredos levarão a um desfecho terrivelmente sangrento.
O sonho de um rei morto versus a lealdade do Senhor da Guerra para com um reino que se debate com a ausência de um sucessor. Desertar ou recuperar o que lhe foi roubado?
A aventura começa!

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Pedra de Afiar Livros


Este é, sem margem para qualquer dúvida, para todos aqueles que amam os livros. 

Ao longo das suas encantadas páginas, temos histórias e memórias de um livreiro para todos os que partilham a paixão pelos livros. Chama-se simplesmente Pedra de Afiar Livros. Enga-se o leitor que ache que vai encontrar a paixão entre dois seres. Vai, antes, encontrar a paixão pelos livros. 

Como assegura Jaime Bulhosa, autor português, nascido na nossa amada Lisboa, “todos se podem apaixonar a qualquer momento, mas o objeto da paixão depende de diversos fatores, associados aos gostos, preferências e valores que cada um de nós possui. Por isso, se ama os livros, é muito provável que se apaixone por este”. 

Aqui encontrará histórias sobre livros, sobre pessoas que vivem dos livros e sobre a relação destes com os leitores, ou seja, consigo. 

Foram necessários 10 anos para conseguir compor estes escritos. São essencialmente a experiência de Jaime Bulhosa como livreiro. Vou devorar, rapidamente!

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Os Pés Pelas Mãos


Sendo eu tão depressa um elefante numa loja de porcelanas como um beija-flor num aterro sanitário, tenho alergia a projetos de longo curso, talvez porque lhes associe uma coerência que toda a vida se me escapou das mãos – e não para o papel. Escrever foi sempre uma coisa dos dias, ainda hoje nasce e morre com eles. O ontem não ecoa em mim como uma mão estendida, há entre nós um desprendimento higiénico, um picotado pelo qual nos libertamos um do outro na medida do espaço que cada hoje reclama para si.
Sou, por aí, menos um traço contínuo do que a soma das minhas contradições. Se isso surge reflectido no que fui escrevendo ao longo destes últimos anos, então o livro que têm em mãos é um retrato fiel do seu autor.