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terça-feira, 11 de maio de 2021

Cinema Literário: A Mulher À Janela

Depois do livro, eis que vamos ter o filme, a partir do próximo dia 14, na Netflix. A estreia promete, isto a avaliar pelo êxito da obra de A. J. Finn.

Estamos perante um thriller psicológico em redor de uma mulher que vive reclusa no seu apartamento. A ação começa a ganhar grande dimensão quando ela vê a sua vizinha ser morta pelo marido. Resolve então partir para uma investigação com o intuito de apurar o que terá efetivamente acontecido.

O filme é de 2021. Tem a direção de Joe Wright e nos principais papéis Amy Adams, Julianne Moore, Anthony Mackie e Gary Oldman.

Sinópse do livro:

Anna Fox não sai à rua há dez meses, um longo período em que ela vagueou pelos quartos da sua velha casa em Nova Iorque como se fosse um fantasma, perdida nas suas memórias e aterrorizada só de pensar em sair à rua. A ligação de Anna ao mundo real é uma janela, junto à qual passa os dias a observar os vizinhos. Quando os Russells se mudam para a casa em frente, Anna sente-se desde logo atraída por eles - uma família perfeita de três pessoas que a fazem recordar-se da vida que já teve. Mas um dia, um grito quebra o silêncio e Anna, da sua janela, testemunha algo que ninguém deveria ter visto e terá de fazer tudo para encobrir o que presenciou. Mas mesmo que decida falar, irá alguém acreditar nela? E poderá Anna acreditar em si própria?

Sinópse do filme:

Em A Mulher À Janela, Anna Fox (Amy Adams) sofre de agorafobia e passa os dias no seu apartamento em Nova Iorque a ver filmes antigos e a observar os vizinhos. Quando a família Russell passa a habitar o prédio em frente ao seu, ela não deixa de espiar esta família, até ao dia em que testemunha uma cena chocante que muda sua vida para sempre.

O romance foi escrito pelo autor e editor norte-americano A. J. Finn, em 2018. É um best Seller e chegou a fazer parte da lista dos livros mais vendidos do New York Times. Foi publicado em Portugal pela Editorial Presença.

quinta-feira, 29 de abril de 2021

Cinema Literário: A Rapariga Que Roubava Livros

A REVISTA LIVROS & LEITURAS lança hoje mais uma novidade que será certamente do agrado dos nossos leitores. A nova seção da L&L chama-se Cinema Literário e visa trazer aqui alguns filmes que tiveram a sua origem em livros, a maior parte best sellers da literatura.

Abrimos a nova secção com um interessante filme que pode ser visto, por exemplo, na Netflix. Chama-se A Rapariga Que Roubava Livros. Trata-se de um drama em tempo de guerra que tem nos principais papéis Geoffrey Rush, Emily Watson e Sophie Nélisse. 

Sinopse do filme

Não recomendado a menores de 10 anos.

Durante a Segunda Guerra Mundial, uma jovem chamada Liesel Meminger (Sophie Nélisse) sobrevive fora de Munique através dos livros que ela rouba. Ajudada pelo seu pai adotivo (Geoffrey Rush), ela aprende a ler e partilhar livros com seus amigos, incluindo um homem judeu (Ben Schnetzer) que vive na clandestinidade em sua casa. Enquanto não Lê ou estuda, realiza algumas tarefas para a mãe (Emily Watson) e brinca com a amigo Rudy (Nico Liersch).

Sinopse do livro

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 9.º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada.

Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito ativa na recolha de almas vítimas do conflito. E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adoção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. Quando o roubou, ainda não sabia ler, será com a ajuda do seu pai, um perfeito intérprete de acordeão que passará a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado. Ao longo dos anos, Liesel continuará a dedicar-se à prática de roubar livros e a encontrar-se com a morte, que irá sempre utilizar um registo pouco sentimental embora humano e poético, atraindo a atenção de quem a lê para cada frase, cada sentido, cada palavra. Um livro soberbo que prima pela originalidade e que nos devolve um outro olhar sobre os dias da guerra no coração da Alemanha e acima de tudo pelo amor à literatura.

O livro foi escrito por Markus Zusak e editado em Portugal pela Presença.