REVISTA LIVROS & LEITURAS

REVISTA LIVROS & LEITURAS, DESDE 2009, À DISTÂNCIA UM DEDO... WWW.REVISTALIVOSELEITURAS.COM...ATUALIZAÇÕES DIÁRIAS TAMBÉM NO FACEBOOK, TIKTOK, YOUTUBE, X E NO INTAGRAM...
Mostrar mensagens com a etiqueta trabalho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta trabalho. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 5 de junho de 2023

Trabalho é quase tudo e esta é uma história com muitos milhares de anos

Trabalho é qualquer esforço que acrescenta valor de uso a bens e serviços. Ao longo de milhares de anos, fez-se largamente fora dos empregos como nós os entendemos, defende Jan Lucassen em mais de 600 páginas.

Um romance português de meados do século XX, um homem rico entra na casa do porteiro de um dos seus prédios. Repara que a família inteira está à mesa, mas só o pai tem direito a carne no prato, ficando-se os outros pelas batatas. 

É ele quem trabalha, explicam-lhe. Ao ver a quantidade de tarefas efetuadas pela mãe, o visitante comenta que a principal trabalhadora ali parece ser ela.

A moral da época, no entanto, era patriarcal. O Estado Novo — quando foi publicado “Angústia para o Jantar”, de Sttau Monteiro — valorizava o trabalho ao ponto de o encarar como uma virtude cívica que dispensava outras (“a minha política é o trabalho”), mas entendia-o numa aceção restrita, como ele continua largamente a ser visto ainda hoje.

Trabalho é aquilo que “leva comida” para casa, e o resto encontra-se uns degraus abaixo.

Jan Lucassen discorda. “Considero todos os empreendimentos humanos, à parte o tempo livre ou o lazer, como sendo trabalho.”

Citando dois autores americanos, Charles e Chris Tilly, sugere que trabalho é qualquer esforço que acrescenta valor de uso a bens e serviços. 

Ao longo de centenas de milhares de anos o trabalho humano fez-se largamente fora dos empregos como nós os entendemos. 

Só no último século e meio a situação mudou. Ainda os Tilly: “É o preconceito criado pelo capitalismo ocidental e pelos seus mercados laborais industriais...

In Luis M. Faria / Expresso


sexta-feira, 26 de maio de 2023

Chief Love Officer

Num momento em que movimentos como o The Great Resignation e o Quiet Quitting revelam que as velhas culturas empresariais estão esgotadas, é imperativo um novo paradigma de gestão mais humanizada.

Cristina Amaro, uma referência no mundo das marcas e das empresas, demonstra como uma liderança mais empática e que coloca o amor no centro das decisões é crucial para o sucesso das empresas.

Através de exemplos de organizações que ousam ser diferentes, demonstra que não é possível um negócio ser sustentável sem que o amor entre as pessoas e a organização seja recíproco.

Em Chief Love Officer vai compreender como:

• usar o amor a favor da estratégia de negócio;

• criar ambientes de trabalho mais agradáveis;

• fomentar uma cultura empresarial favorável à retenção de talento;

• aumentar o seu networking;

• tirar partido das vantagens de uma hierarquia de proximidade.


Um livro inspirador que quebra preconceitos e nos motiva a liderar com as emoções.
Rui Miguel Nabeiro, CEO do Grupo Nabeiro-Delta Cafés.

É raro encontrar alguém que fale de amor e de lucro, conceitos só à primeira vista inconciliáveis.

Cristina Amaro, uma especialista em comunicação de marcas que podia ter “inspiração” como nome do meio, fá-lo com mestria.

Neste livro, ela explica algo que há mais de duas décadas a vejo pôr em prática: é possível liderar e gerir com o coração.
Mafalda Anjos, Jornalista e Diretora da Revista Visão.