Em Portugal, apertam as medidas restritivas sobre o tabaco, conforme determinam as alterações recomendadas pela União Europeia.
Segundo o ministro da Saúde português, Manuel Pizarro, o objetivo é «diminuir o estímulo ao consumo» e «começar, hoje, a proteger os jovens de amanhã».
Enquanto os cigarros não ficam proscritos para sempre, recorde-se que, sobre a origem do nome tabaco, se dividem as opiniões: uns consideram-no empréstimo de uma língua pré-colombiana do Haiti, tendo entrado no português por via castelhana; para outros, o vocábulo é mais antigo e provém do castelhano atabaca ou do italiano tabacco, adaptações do árabe ṭabbāq ou ṭubbāq, denominação de uma planta de alguma forma parecida com a encontrada pelos conquistadores europeus do Haiti (ver nota etimológica de tabaco, no Dicionário Houaiss).
Quanto a cigarro, igualmente incerta é a génese: provém do castelhano cigarro (cf. Dicionário Houaiss), que talvez venha do maia siyar (cf. cigarro no dicionário da Real Academia Espanhola).
In Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
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