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quarta-feira, 5 de julho de 2023

Revista Livros & Leituras vai viajar com José Saramago a bordo do Varino






Recordando passeios de outras épocas em que não era permitido falar em liberdade, no dia 29 de julho, a Fundação José Saramago organiza um passeio no Tejo, a bordo de um Varino. 

A partida será na Marina de Vila Franca de Xira. Durante o percurso, haverá uma conversa que tem como ponto de partida a obra de José Saramago.

Revista Livros & Leitores estará a bordo do Varino em serviço de reportagem.

Inscrições através do e-mail: apoio@josesaramago.org

domingo, 18 de junho de 2023

Hoje, dia 18 de junho, importa recordar JOSÉ SARAMAGO

José de Sousa Saramago foi um escritor português galardoado com o Prémio Nobel de Literatura de 1998.

Também conquistou, em 1995, o Prémio Camões, o mais importante prémio literário da língua portuguesa. 

Saramago foi considerado o responsável pelo efetivo reconhecimento internacional da prosa em língua portuguesa. 

O seu primeiro romance foi publicado em 1947, Terra do Pecado. 

Conforme foi se inteirando do meio, conseguiu trabalhos mais especializados como jornalista, tradutor e até diretor literário de uma editora. Em paralelo, foi colaborando em diversas revistas e jornais.

Além de romances e crónicas, Saramago também escreveu poesia e dedicou-se ao teatro.

Entre as suas obras mais destacadas, estão Levantados do Chão (1980), Memorial do Convento (1982), O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984) e História do Cerco de Lisboa (1989).

O escritor José Saramago faleceu a 18 de junho de 2010, em Tías (Espanha).

domingo, 4 de junho de 2023

Oliveira da Azinhaga, Terra de José Saramago, tem novo leito


Está quase concluída a primeira fase do “Espaço Sete Sóis Sete Luas”, em homenagem a José Saramago, quando nos aproximamos dos 25 anos da outorga do Prémio Nobel da Literatura.

Para conclusão da primeira fase deste jardim, falta  a colocação de uma obra em cerâmica alusiva ao insigne Escritor. 

Nessa altura, será igualmente colocada a placa identificativa da escultura visível na foto, que representa "A viúva".

Na verdade, foi este o título escolhido por José Saramago para o seu primeiro livro, o qual, por opção do editor, viria a ser publicado como "Terra do Pecado", em 1947. 

Entretanto, cumprindo o estudo realizado para o efeito, foi feito novo leito para a “oliveira da Terra de Saramago”, oferecida pelo senhor Presidente da Junta de Freguesia da Azinhaga, Vítor Guia.

By José Miguel Correia Noras

A fotografia é da autoria de Alexandrina Verde

In:
https://www.facebook.com/josemiguel.correianoras

domingo, 21 de maio de 2023

Duas obras de José Saramago inspiram espetáculo para a infância em Coimbra


Trata-se de um espetáculo para a infância, a partir dos três anos, que se baseia em duas obras de José Saramago com o mesmo título e que chega ao espaço do Teatrão através da programação da plataforma descentralizada Descampado.

A peça inclui música ao vivo de Surma e procura recriar em palco os livros infantis de pop-up que dão vida aos textos de Saramago e levam os mais novos, com a protagonista, pelas imensas aventuras à espreita em cada canto na aldeia de Azinhaga — local onde nasceu o escritor.

quarta-feira, 3 de maio de 2023

Alabardas, Alabardas, Espingardas, Espingardas

A Porto Editora publica Alabardas, alabardas, Espingardas, espingardas, com capa caligrafada por José Luís Peixoto. 

Fica assim completa a coleção de obras de José Saramago para cujos títulos várias personalidades da cultura de língua portuguesa emprestaram a sua letra  aquando da sua morte, em 2010.

José Saramago deixou escritas trinta páginas daquele que seria o seu próximo romance; trinta páginas onde estava já esboçado o fio argumental, perfilados os dois protagonistas e, sobretudo, colocadas as perguntas que interessavam à sua permanente e comprometida vocação de agitar consciências. 

Alabardas, alabardas, Espingardas, espingardas, o título que começou por ser uma epígrafe, evoca a tragicomédia Exortação da Guerra, de Gil Vicente.

Dois textos – de Fernando Gómez Aguilera e Roberto Saviano – situam e comentam as últimas palavras em papel do Prémio Nobel português.

quinta-feira, 20 de abril de 2023

“A Intuição da Ilha”: Saramago em Lanzarote, guiado por Pilar Del Río

Após um ano a relembrar e celebrar a obra e legado de José Saramago, no âmbito do seu centenário, Pilar del Río foi até ao Porto para apresentar e falar da sua mais recente obra. 

No passado sábado (15), após um ano a relembrar e celebrar a obra e legado de José Saramago, no âmbito do seu centenário, Pilar del Río foi até ao Porto para apresentar e falar da sua mais recente obra.

 “A Intuição da Ilha – Os dias de José Saramago em Lanzarote” foi o tema de conversa naquela que a autora considera ser também uma casa para si: a livraria Lello

In Fundação José Saramago 

quarta-feira, 19 de abril de 2023

Hoje, importa recordar José Saramago

No dia 19 de março de 1977, José Saramago chega a Lavre para uma temporada na casa da família Basuga. Iniciava-se o processo de criação do romance "Levantado do Chão".

In Fundação José Saramago 

sexta-feira, 14 de abril de 2023

Exposição “Um escritor de inquietações", na Marinha Grande


Conhecer a vida e obra de José Saramago é o convite da exposição "Um escritor de inquietações", que está patente no Edifício da Resinagem e cuja inauguração ocorreu no dia 8 de abril, numa iniciativa do Município da Marinha Grande...

O presidente da Câmara, Aurélio Ferreira, deixou o convite para o público conhecer esta viagem pelo percurso pessoal e literário do Prémio Nobel da Literatura, que foi "uma figura de relevo e memória, com um percurso muito grande e que passou pela Marinha Grande, registando-o no livro Viagem a Portugal“.

A exposição “Um escritor de inquietações” é constituída por vários painéis que, organizados de forma cronológica, contam um pouco da vida e obra de Saramago.

São apresentados cinco núcleos: textos avulsos que pretendem criar curiosidade sobre a exposição; a imagem do escritor vista através da caricatura; bibliografia de Saramago (com livros cedidos por particulares alguns deles autografados, pela livraria Livros & Companhia e pela Biblioteca Municipal da Marinha Grande; a exposição da vida e obra propriamente dita; e outra secção de textos avulsos.

A exposição estará patente até 17 de maio, no Edifício da Resinagem, na Marinha Grande, podendo ser visitada de quarta-feira a sábado, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h30. A entrada é gratuita.

In C.M. Marinha Grande

quinta-feira, 13 de abril de 2023

2010: A mesa no Bairro Alto onde José Saramago lia, escrevia e comia pataniscas

O escritor José Saramago, falecido em 2010, era cliente habitual do restaurante Farta Brutos, no Bairro Alto, em Lisboa. Nesta casa de comida tradicional portuguesa cuja origem remonta ao início do século XX, o Prémio Nobel da Literatura estendia frequentemente os almoços pela tarde fora. Lia, tomava notas e escrevia na mesa preferida, ao canto da sala, que conserva uma placa em memória do escritor. 

O mundo das letras fica mais pobre a 18 de junho de 2010, com o anúncio da morte de José Saramago. O escritor português faleceu na casa onde vivia com a esposa Pilar del Río, na ilha espanhola de Lanzarote, aos 87 anos. Não resistiu a uma “múltipla falha orgânica", após doença prolongada, e "esteve acompanhado pela sua família, despedindo-se de uma forma serena e tranquila", escrevia na altura a página da Fundação José Saramago.

Natural de Azinhaga, na Golegã, e autor de obras intemporais como “Memorial do Convento”, “A Jangada de Pedra”, em 1986, “O Evangelho segundo Jesus Cristo” ou “Ensaio Sobre a Cegueira”, publicado em 1995, recebeu muitas distinções, como o Prémio Camões e o Prémio Nobel da Literatura, em 1998.

No livro de condolências, Francisco Oliveira escrevia ao saudoso amigo: “José, se lhe apetecer umas pataniscas, escreva-me”. Francisco foi co-proprietário, com o sócio Ramiro Silva, do histórico restaurante Farta Brutos, em Lisboa, que funcionou quase como uma extensão da casa do Nobel português.

In Expresso

domingo, 9 de abril de 2023

Município de Cuba apoia o lançamento de uma obra comparada de José Saramago


Fruto de uma parceria entre as universidades da Madeira e de Évora e a autarquia de Cuba, o livro foi apresentado pela primeira vez no passado dia 1, no âmbito das comemorações do centenário do nascimento do escritor, no Museu Literário Casa Fialho de Almeida,

A obra “José Saramago e a Literatura Comparada - Livro de Homenagem do Centenário do Ano de 2022”, é uma edição conjunta do Município de Cuba com a Universidade da Madeira e que pretende enaltecer o legado e a memória do nobel português.

Coordenado por Odete Jubilado (Universidade de Évora) e Celina Martins (Universidade da Madeira), ambas doutoradas em Literatura Comparada, o livro é constituído por vários capítulos para os quais foram convidados investigadores nacionais e internacionais especialistas da obra de José Saramago, privilegiando uma vertente comparada no estudo da sua obra.

Tal como refere Celina Martins, um dos grandes objetivos desta obra passa por dar ao “leitor uma perspetiva universal e englobante do pensamento filosófico e romanesco de José Saramago”. Para tal foram desafiados vários estudiosos “a investigar de maneira pioneira a escrita de Saramago em comparação com outros escritores e filósofos do século XX”.

A reforçar a importância desta obra e o seu caráter inovador, Odete Jubilado afirma que esta “é uma nova abordagem sobre a obra de Saramago. Uma abordagem que permite olhar para Saramago de outra forma, como um cidadão do Mundo”. De acordo com a autora, este livro pretende ainda servir de “incentivo aos leitores a ler a obra de José Saramago”.

C.M. Cuba

sexta-feira, 7 de abril de 2023

José Saramago está cada vez mais universal

José Saramago está cada vez mais universal. Chegou onde poucos chegam.

A Direção-Geral da Educação fez chegar à Fundação José Saramago um exemplar de "Memorial do Convento" adaptado para braille. 

Graças ao trabalho realizado, o romance de José Saramago está agora acessível a mais pessoas. 

In Fundação José Saramago 

segunda-feira, 20 de março de 2023

Palácio Nacional de Mafra e José Saramago



O majestoso Palácio Nacional de Mafra, ou Convento de Mafra, é um dos mais emblemáticos monumentos nacionais. É um imenso edifício com cerca de 40.000 m2. Vamos conhecê-lo.

Imortalizado na literatura na obra Memorial do Convento, pela mão de José Saramago.

O Palácio Nacional de Mafra, um dos mais importantes monumentos portugueses, foi considerado património cultural mundial. 

A distinção da UNESCO foi anunciada em Baku, no Azerbaijão, a 7 de julho de 2019, onde decorreu a reunião do comité desta que é a Organização das Nações Unidas para a Educação. 

Com mais de 1200 hectares classificados, este é o maior monumento nacional português, dos quais mais de 38.000 m2 são referentes ao Palácio-convento, mandado construir pelo rei D. João V e edificado entre 1717 e 1730. No seu interior destaca-se uma das mais importantes bibliotecas iluministas da Europa, com cerca de 30.000 volumes.