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segunda-feira, 5 de agosto de 2024

Brasil: venda de livros e formatos


Quantos livros e em quais formatos o leitor brasileiro pretende comprar?

O mercado literário no Brasil é um campo fértil e dinâmico, moldado pelos hábitos de compra e preferências dos leitores. 

Um estudo realizado pela Nielsen BookData, a pedido da Câmara Brasileira do Livro, revela insights valiosos sobre quem são os compradores de livros no país e como eles se comportam. 

Aqui, abordaremos dados interessantes sobre o formato e a frequência de compra de livros, permitindo entender melhor o público leitor e as suas tendências de consumo. 

Intenção de compra:

A pesquisa aponta que uma esmagadora maioria dos compradores de livros no Brasil tem a intenção de continuar a investir em literatura. 

Dos entrevistados, 74% afirmaram que pretendem comprar livros novamente nos próximos meses. Este dado é animador e sugere uma base sólida de leitores comprometidos com a leitura. 

Em contrapartida, 9% não sabem se irão comprar, o que pode indicar uma oportunidade para campanhas de incentivo à leitura, enquanto 17% afirmam que não irão comprar, um segmento que pode exigir estratégias mais específicas para ser reconquistado.

By Clube de Autor

terça-feira, 27 de junho de 2023

EL OBRERO - Pesca de sardina: "Es una cuestión entre Portugal y España"

  • Escrito por Pedro Nogueira Simões y Mário Gonçalves
  • Publicado en EL OBRERO 
(Tiempo de lectura: 2 - 3 minutos)

En esta época del año, cuando las sardinas están gordas y muy buenas para el consumo, vuelven las noticias sobre las cuotas de pesca y el control por la conservación de la especie.

Esta semana, en Portugal, el Ministerio del Mar vino a garantizar que este asunto no es una decisión de la Comisión Europea, sino “un tema entre Portugal y España”, dijo la ministra del Mar Ana Paula Vitorino, al referirse a la sobrepesca de sardinas.

Esta ministra aseguró que este asunto debe ser tratado entre Portugal y España y que la paralización por un período de 15 años, propuesta por la evaluación de organismos científicos, se basa en estudios antiguos.

Portugal y España son dos de los países del mundo con mayor trayectoria en la pesca de la sardina.

Durante muchos siglos, las sardinas han sido parte de la vida cotidiana portuguesa y están presentes “à nossa mesa”. Además de ser una fuente importante de proteínas y nutrientes, se puede cocinar de diferentes formas e incluso formar parte de la industria conservera.

En la Edad Media, se cocinaba en cazuelas con cebollas, tomates y especias. En el siglo XVIII se popularizó la técnica de la salazón para conservar las sardinas, lo que permitió su exportación a otros países.

Desde el siglo XIX, las sardinas se suelen asar a la parrilla, tradicionalmente durante los meses de verano.

Hay quien le gusta hacer quiches, sopa de sardinas, potaje, “escabeche”...

En Portugal, lo único que falta son sardinas que caen del cielo. Todo sucede alrededor de esta especie: todo sucede alrededor del tostador; no nos importan los tenedores, se quitan a mano, muchas veces, todavía en las brasas de carbón. Ve a chuparte los dedos. Otras veces es en medio de la calle, en fiestas, en otros lugares. E incluso en santos populares. ¿Especias? ¡Solo sal gruesa! El olor no disimula. Llega a todas partes e incluso en la ropa. El olor, este, no tiene paralelo y tampoco está disimulado.

Acompañamos las sardinas con patatas cocidas, pimientos asados ​​y… tomates y… La forma de comerlas es sencilla y solo nosotros lo hacemos. Incluso los comemos encima de una rebanada de pan. Un buen aceite de oliva es fundamental.

¿Por qué en Portugal también les gusta comer sardinas en pan?

Se cree que todo empezó en un restaurante de Ribeira de Lisboa, que servía sardinas encima de una rebanada de pan.

Recién a partir de la Edad Media se empezó a utilizar una pequeña tabla de madera –“o talhador” – donde se ponían los alimentos, hasta que sobre los trozos de pan se comía el pescado y la carne.

Más tarde, cuando el uso de platos se hizo común, la gente continuó comiendo sobre rebanadas o trozos de pan.

Artigo EL OBRERO

sábado, 29 de abril de 2023

Mais de 31 mil livros por dia foram vendidos em Portugal


Mais de 31 mil livros por dia foram vendidos em Portugal nos primeiros três meses deste ano, o que traduz um aumento de 8,3%, face ao período homólogo, segundo a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).

De acordo com dados disponibilizados pela Gfk, entidade independente que faz auditoria e contagem das vendas de livros ao longo do ano, entre janeiro e março de 2023, foram vendidos mais de 2,8 milhões de livros em Portugal (2.804.879), o que representou um encaixe de 39.314.512 euros.

Em termos de vendas, estes 39,3 milhões de euros representam um acréscimo financeiro.

Para tal terá contribuído igualmente o preço médio do livro, que subiu 4%, para os 14,02 euros.

Relativamente aos pontos de venda, 70,03% dos livros vendidos no primeiro trimestre foram escoados por livrarias, enquanto 29,7% foram vendidos por hipermercados. 

Por categoria, o género mais procurado foi o infantojuvenil, com um peso médio de 33,6% no total das vendas, um preço médio de 10,67 euros por livro e um valor apurado correspondente a 25,6% do total.

Em segundo lugar, surgem os livros de não ficção (33,3%), a um preço médio de 16,86 euros, correspondendo a 40,1% do valor total angariado.

Seguem-se os livros de ficção, cujas vendas representaram 29,2% do total e contribuíram em 33,3% para o encaixe financeiro total. O preço médio a que estes livros foram vendidos foi de 15,95 euros.

O género menos representativo é o das campanhas/exclusivos, que contribuíram com 3,9% em número de unidades vendidas, com 1,1% do valor final apurado, tendo o preço médio destas publicações rondado os 3,91 euros.

Segundo dados anteriores da Gfk, o mercado livreiro em Portugal tem vindo a demonstrar uma tendência crescente desde 2021, depois de uma quebra abrupta verificada em 2020, devido à pandemia.

In APEL