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quarta-feira, 28 de agosto de 2024

Histórias de Amor Moderno


Histórias de Amor Moderno, de Maria Olívia Sebastião chega esta semana às livrarias

O livro reúne cerca de 40 histórias de amor, contemporâneas e baseadas em histórias reais que a autora foi recolhendo, adaptando e partilhando na Máxima e que esta semana chegam às livrarias. Histórias de Amor Moderno é uma coletânea de histórias de paixão, separação ou da vida comum, muitas delas imperfeitas, e que podiam acontecer a qualquer pessoa, com mais ou menos sorte ao amor.

«Nada é óbvio no amor, mas quem gosta de o observar de perto sabe que a sua beleza é tão evidente na trivialidade dos dias como na dopamina dos primeiros encontros. São esses pequenos, enormes segredos que estas Histórias de Amor Moderno nos contam.»

Rosário Mello e Castro, diretora da Máxima

MARIA OLÍVIA SEBASTIÃO. Pouco se sabe acerca da autora, que faz, com este livro, a sua estreia literária. Nunca deu entrevistas, não faz aparições públicas, não participa em sessões de autógrafos. Presume-se que viva em Lisboa e tenha crescido na área metropolitana da capital.

O Dia Que Mudou Israel

"O Dia Que Mudou Israel", de Helena Ferro Gouveia (Oficina do Livro) - Resultado de uma reportagem de várias semanas no terreno, esta é a história do 7 de outubro e o massacre do Hamas contada por aqueles que o viveram e lhe sobreviveram. 

Um testemunho contra o esquecimento. 

À venda a 24 de setembro.

quarta-feira, 16 de agosto de 2023

Os Meninos de Palhavã


A Oficina do Livro edita na próxima terça-feira, 22 de agosto, “Os Meninos de Palhavã”, da escritora Isabel Lencastre, que conta as vidas atribuladas dos três filhos que D. João V reconheceu nascidos fora do casamento com a rainha D. Maria Ana de Áustria: António, José e Gaspar.

A história, que se prolonga por quase todo o século XVIII, estava em grande parte guardada nos arquivos da Torre do Tombo, donde Isabel Lencastre agora a tirou para contar. O monarca teve seis descendentes legítimos, mas terá deixado vários bastardos. Destes, apenas reconheceu a paternidade de três rapazes, os Meninos de Palhavã, que tiveram uma vida que raramente lhes sorriu, ainda que Gaspar tenha chegado a arcebispo primaz de Braga e usufruído desse estatuto. Já António e José sofreram humilhações públicas e foram alvo de punições severas, como aquela que os empurrou para um exílio de 16 penosos anos no Buçaco, depois de acusados pelo marquês de Pombal de graves crimes contra a majestade do seu irmão, o rei D. José I. Foram libertados do degredo depois da morte do monarca, mas nem o reinado da sobrinha, D. Maria I, lhes serviria para verem as suas aspirações atendidas. 

Isabel Lencastre é o pseudónimo de uma personalidade da vida pública portuguesa, nascida em Lisboa nos anos 40 do século XX, que desde sempre se interessou pela história das monarquias europeias. 

O seu primeiro livro, “Bastardos Reais”, foi publicado em 2012. Este, aprofundando uma das histórias que fez o sucesso do anterior, narra, com rigor e pormenor, a vida dos famosos Meninos de Palhavã. A história, que se prolonga por quase todo o século XVIII, estava em grande parte guardada nos arquivos da Torre do Tombo, donde Isabel Lencastre agora a tirou, para ilustração e gozo do público. 

By Oficina do Livro 

sexta-feira, 11 de agosto de 2023

Os Meninos de Palhavã

"Os Meninos de Palhavã", de Isabel Lencastre (Oficina do Livro)

As vidas atribuladas dos três filhos que D. João V reconheceu ter tido fora do seu casamento com a rainha D. Maria Ana de Áustria. 

Um romance histórico da autora de “Bastardos Reais”. 

À venda a 22 de agosto.

By Oficina do Livro

quarta-feira, 5 de julho de 2023

Como Não Adoecer

Através da Oficina do Livro, temos hoje mais um excente trabalho na área da medicina.

Como Não Adoecer será apresentado no dia 12 de julho, na FNAC do Norte Shopping

Em Como Não Adoecer, a médica e presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina Integrativa, Ana Moreira, pioneira e grande impulsionadora deste conceito em Portugal, mostra-nos de que forma a medicina integrativa pode contribuir exponencialmente para o nosso bem-estar, tanto do ponto de vista físico e emocional como, até mesmo, social.

A sessão de apresentação de Como Não Adoecer decorrerá no dia 12 de julho, às 18h30, na FNAC do NorteShopping. O livro será apresentado por Manuel Pinto Coelho, autor do prefácio.

Como Não Adoecer

Não há doenças, há doentes. Partindo deste princípio, e cruzando a medicina convencional com práticas complementares de outras áreas da saúde, a medicina integrativa tem vindo a ganhar cada vez mais seguidores pelo mundo fora. 

A razão da sua popularidade crescente deve-se à sua abordam multidisciplinar...

terça-feira, 6 de junho de 2023

Os Resistentes

A Oficina do Livro edita na próxima segunda-feira, 12 de junho, “Os Resistentes”, do major-general Nuno Lemos Pires, um militar com larga experiência no terreno e conhecedor dos conflitos que grassam pelo mundo, que analisa o poder do sacrifício humano, da resistência, no combate ao invasor, da antiguidade passando por Timor-Leste e pela Ucrânia.

Testemunha direta do sofrimento causado pela guerra, mas também da capacidade de abnegação do ser humano em situações-limite.

Nuno Lemos Pires faz uma reflexão sobre o poder das ideias de nação, comunidade e família, enquanto valores defendidos pelos resistentes até às últimas consequências e, em simultâneo, um manifesto contra a indiferença generalizada pelos dramas vividos em guerras distantes.

“Falar do fenómeno da resistência, na atualidade, sustentado, na medida adequada, no passado, e norteado, também na medida do adequado, para o futuro, designadamente para a possibilidade de poder projetar e, por conseguinte, de poder criar reflexões e caminhos foi a ideia deste livro. A tese é a da resistência como ato de família (independentemente de se tratar da genética e/ou da escolhida). Porque sempre assim foi, é e continuará a ser.”

domingo, 21 de maio de 2023

Mulheres na Guerra

A Oficina do Livro edita na próxima terça-feira, 23 de maio, “Mulheres na Guerra”, da jornalista Helena Ferro Gouveia.  

Com posfácio de Ana Gomes, o livro faz a biografia de 18 mulheres divididas entre guerreiras, rainhas, jornalistas e espias.

quinta-feira, 18 de maio de 2023

Já Não Sou o que Era Agora Mesmo


Fernanda Serrano apresenta “Já Não Sou o que Era Agora Mesmo” (Oficina do Livro), livro de poemas e reflexões de João Francisco Lima, que depois da perda do pai, o ator Pedro Lima, iniciou uma viagem pelo reconhecimento da importância da saúde mental. Às 18h30, na Ler Devagar. A obra é composta de poemas, desabafos e reflexões de uma “alma inquieta”.

“Considero a saúde mental algo extremamente importante e nesse sentido, tenho advogado a nível nacional, pelo seu reconhecimento, como orador e mentor. Acredito que um estilo de vida ativo, a nível físico e mental, seja a base de uma vida plena e que o acompanhamento psicológico, possa levar a momentos de reflexão e introspeção que são essenciais para a nossa felicidade.”

O livro tem uma ode dedicada a um “homem bom, justo, belo, genuíno, sério, admirável” e é composta de “desabafos e reflexões” de quem observa os erros do passado e se impede de os perpetuar no futuro - “uma tentativa de dar a mão a alguém que se sente encurralado, sozinho e incompreendido, acabando por dar a mão a mim mesmo. São perguntas sem resposta e perspetivas em desconstrução construtiva.” 

João Francisco Lima, Lisboa, 1998. Durante anos, fui atleta de alta competição e representei as seleções jovens lusas em râguebi. Tenho uma licenciatura em Gestão pela Nova SBE e um Mestrado em Marketing na RSM, na Holanda. Escolhi sair de Portugal e atualmente vivo em Dublin, na Irlanda, onde trabalho numa empresa tecnológica multinacional., que depois da perda do pai, o ator Pedro Lima, iniciou uma viagem pelo reconhecimento da importância da saúde mental. Às 18h30, na Ler Devagar. A obra é composta de poemas, desabafos e reflexões de uma “alma inquieta”.

“Considero a saúde mental algo extremamente importante e nesse sentido, tenho advogado a nível nacional, pelo seu reconhecimento, como orador e mentor. Acredito que um estilo de vida ativo, a nível físico e mental, seja a base de uma vida plena e que o acompanhamento psicológico, possa levar a momentos de reflexão e introspeção que são essenciais para a nossa felicidade.”

O livro tem uma ode dedicada a um “homem bom, justo, belo, genuíno, sério, admirável” e é composta de “desabafos e reflexões” de quem observa os erros do passado e se impede de os perpetuar no futuro - “uma tentativa de dar a mão a alguém que se sente encurralado, sozinho e incompreendido, acabando por dar a mão a mim mesmo. São perguntas sem resposta e perspetivas em desconstrução construtiva.” 

João Francisco Lima, Lisboa, 1998. Durante anos, fui atleta de alta competição e representei as seleções jovens lusas em râguebi. Tenho uma licenciatura em Gestão pela Nova SBE e um Mestrado em Marketing na RSM, na Holanda. Escolhi sair de Portugal e atualmente vivo em Dublin, na Irlanda, onde trabalho numa empresa tecnológica multinacional.

quinta-feira, 11 de maio de 2023

Dia 17 de maio, chega ao alto da Cruz, o Santo do Povo

Dia 17 de maio, a partir das18h30, na Brotéria, a sessão de apresentação da biografia do Padre Cruz.

O Santo do Povo, de Ana Catarina André e Sara Capelo.

quarta-feira, 26 de abril de 2023

"Já Não Sou o que Era Agora Mesmo", de João Francisco Lima, será em maio


"Já Não Sou o que Era Agora Mesmo", de João Francisco Lima (Oficina do Livro) Poemas, desabafos e reflexões de uma “alma inquieta” sobre saúde mental, mas não só, dedicados a um pai, o ator Pedro Lima.

"Neste livro trago-vos os desabafos e reflexões de quem observa os erros do passado e se impede de os perpetuar no futuro, numa tentativa de dar a mão a alguém que se sente encurralado, sozinho e incompreendido, acabando por dar a mão a mim mesmo.” 

À venda a 30 de maio.

"Mulheres na Guerra" está a chegar e prontas para combater

"Mulheres na Guerra", de Helena Ferro Gouveia (Oficina do Livro), com prefácio de Ana Gomes, aqui se conta a história de várias mulheres que fizeram a guerra. 

À venda a 23 de maio.

quinta-feira, 13 de abril de 2023

O Piloto de Casablanca



O advogado José António Barreiros conta a história, desconhecida, do aviador José Cabral, um herói português na II Guerra Mundial, no livro “O Piloto de Casablanca”, que a Oficina do Livro edita na próxima terça-feira, 18 de abril. Nesse mesmo dia, o jornalista Carlos Fino e Luís Eloy apresentam a obra, às 18h30, na Livraria Leya na Buccholz, em Lisboa.

Durante a II Guerra Mundial, quando voar era ainda uma aventura arriscada, a ligação aérea entre Lisboa, Tânger e Casablanca, celebrizada num dos mais emblemáticos filmes de Hollywood, era exclusivamente assegurada por Portugal, enquanto país neutro no conflito. 

O piloto que fazia essa rota, por vezes em condições de grande perigo, chamava se José Cabral e era um comandante de marinha, corajoso e audaz. Graças a esta figura notável da aviação naval, com contactos nos serviços secretos britânicos e norte-americanos, refugiados de guerra salvaram-se da ameaça nazi e diplomatas e militares das forças Aliadas cumpriram missões na operação de desembarque no Norte de África, dando início ao princípio do fim do III Reich. 

Cabral viria a ser galardoado com a mais alta distinção concedida pelos Estados Unidos a militares estrangeiros, mas caíria no esquecimento no país onde nasceu. Resgatando a sua memória, José António Barreiros recorda a sua vidae bravura: “A natureza secreta das missões que desempenhou ainda está por desvendar. Este livro deu apenas o primeiro passo.”

José Cabral nasceu em Mangualde em 1897. Fizera carreira na aviação naval no rio das Pérolas em Macau, notabilizando-se pela coragem, espírito de sacrifício e vida aventurosa. Aprendera a pilotar em França, onde tirou o brevet de aviação civil. Dali, como capitão-tenente, passou para uma companhia aérea privada, a Aero Portugues, em 1938, que voou para o norte de África durante a II Guerra Mundial, a única companhia autorizada por Portugal ser um país neutral e Cabral o seu único piloto.  

JOSÉ ANTÓNIO BARREIROS nasceu em Malanje, Angola, em 1949. É advogado criminalista e autor de vários livros sobre essa área jurídica. Tem estudado a guerra secreta em Portugal no período 1939-1945, sendo autor do site 24Land. Sobre esse tema publicou O Espião Alemão em Goa e Traição a Salazar (ambos pela Oficina do Livro), além de Nathalie Sergueiew – Uma Agente Dupla em Lisboa, Rogério de Menezes – O Homem das Cartas de Londres, Leslie Howard – O 13.o Passageiro e 00 Fleming – Ensaio sobre a Imortalidade. Na ficção escreveu Contos de Desaforo e Infinito Majestoso.

terça-feira, 11 de abril de 2023

Padre Cruz

Biografia de Padre Cruz, uma das figuras mais populares da igreja portuguesa chega agora às livrarias com o título Padre Cruz. O 

De Ana Catarina André e Sara Capelo
A biografia "Padre Cruz. O Santo do Povo" chega hoje às livrarias.

A vida de Francisco Rodrigues da Cruz, conhecido em todo o país como Padre Cruz, uma das figuras mais populares da igreja portuguesa chega agora às livrarias com o título "Padre Cruz. O Santo do Povo", de Ana Catarina André e Sara Capelo.

Esta é a história do rapaz frágil de Alcochete que se tornou padre e dedicou a vida aos pobres, aos presos e aos doentes.

Francisco Rodrigues da Cruz percorria dezenas de quilómetros para pregar, confessar e ajudar quem dele precisava. Aceitava as esmolas dos mais ricos para entregar a quem nada tinha e batia à porta de pessoas influentes e poderosas, como Salazar e Carmona, para lhes pedir que intercedessem pelos desprotegidos.

Com fama de santo desde cedo, desempenhou um papel decisivo na credibilização das aparições de Fátima e foi o primeiro confessor da Irmã Lúcia. São muitos os milagres que lhe são atribuídos. Mais de sete décadas passadas sobre a sua morte, fiéis de todo o país continuam a acorrer ao seu túmulo, em Lisboa, onde fazem fila para rezar.

O Padre Cruz pode ser declarado santo em breve – o processo de canonização está em curso.

Sobre as autoras
Ana Catarina André. Jornalista, nasceu em 1986 e cresceu em Sobral de Monte Agraço. Licenciada em Ciências da Comunicação, é mestre em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade Nova de Lisboa. Estreou-se na revista Sábado e, desde então, já colaborou com o Público, Diário Económico, Diário de Notícias e Visão. Atualmente integra a redação da Renascença. Em 2022 foi uma das vencedoras dos prémios do Observatório de Ciberjornalismo. É autora de Os Pombos da Senhora Alice – Envelhecer em Portugal (2020), Confrarias de Portugal (2019) e coautora de Peregrinos (2017).

Sara Capelo. Nasceu no Barreiro em 1986. Estudou Ciências da Comunicação e Ciência Política e Relações Internacionais na Universidade Nova de Lisboa. Estagiou no Público, trabalhou numa rádio universitária e num jornal local. Escreveu sobretudo sobre saúde, em outros meios da imprensa escrita. Foi jornalista na Sábado entre 2008 e 2022. Ganhou o Prémio de Jornalismo Económico (Santander/Nova 2013). É autora de Os Estrangeiros que Mandaram em Portugal (2014) e coautora de Peregrinos (2017). É consultora de comunicação.

quinta-feira, 13 de maio de 2021

Cinema Literário: Matilda

Matilda é uma comédia de 1996. Estreou no dia 11 de outubro desse ano. O filme de Danny DeVito tem nos principais papéis Mara Wilson, Danny DeVito e Rhea Perlman. A película teve tudo para ser um êxito, apesar das vendas de bilheteira terem ficado aquém das expetativas iniciais.

Estamos perante um filme baseado na obra homónima de um dos maiores escritores de sempre de literatura infantil – Roald Dahl. O autor conseguiu, ao longo da sua vida literária, vender 100 milhões de livros, traduzidos em 45 línguas. Ao seu lado, na ilustração, Roald Dahl teve o ilustre Quentin Blake. Matilda teve a sua primeira edição no dia 1 de outubro de 1988. Mal conheceu a luz do dia, revelou-se de imediato um grande sucesso junto de leitores de todo o mundo.

Brevemente, regressaremos com a Matilda para incluir o seu famoso bolo de chocolate nas Receitas Literárias da REVISTA LIVROS & LEITURAS.

Sinópse do livro:

O pai de Matilda Wormwood é um vigarista malvado e velhaco. E a mãe dela não passa de uma idiota. Os dois pensam que Matilda é uma maçadora que devia ver mais televisão e ler menos livros! Mas a menina Honey, a adorável professora de Matilda, considera-a um génio. Matilda tem alguns truques escondidos na manga, por isso, é melhor que estes pais horrorosos e a diretora da escola, mais horrorosa ainda, tenham cuidado.

Sinópse do filme:

Matilda Wormwood (Mara Wilson) é uma criança brilhante de apenas seis anos, que cresceu em meio a pais grosseiros e ignorantes. Seu pai Harry (Danny DeVito) trabalha como vendedor de carros, enquanto a sua mãe Zinnia (Rhea Perlman) é dona de casa. Ambos ignoram a filha, a ponto de esquecerem de matriculá-la na escola. Desta forma, Matilda fica sempre em casa ou na livraria, onde costuma estimular sua imaginação. Após uma série de estranhos eventos ocorridos em casa, quando Matilda descobre que possui poderes mágicos, Harry resolve enviá-la à escola. O local é controlado com mão de ferro pela diretora Agatha Trunchbull (Pam Ferris), o que faz com que Matilda apenas se sinta bem ao lado da professora Honey (Embeth Davidtz), que tenta ajudá-la o máximo possível.

O livro deste escritor britânico foi publicado em Portugal com o selo da Oficina do Livro.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Pedra de Afiar Livros


Este é, sem margem para qualquer dúvida, para todos aqueles que amam os livros. 

Ao longo das suas encantadas páginas, temos histórias e memórias de um livreiro para todos os que partilham a paixão pelos livros. Chama-se simplesmente Pedra de Afiar Livros. Enga-se o leitor que ache que vai encontrar a paixão entre dois seres. Vai, antes, encontrar a paixão pelos livros. 

Como assegura Jaime Bulhosa, autor português, nascido na nossa amada Lisboa, “todos se podem apaixonar a qualquer momento, mas o objeto da paixão depende de diversos fatores, associados aos gostos, preferências e valores que cada um de nós possui. Por isso, se ama os livros, é muito provável que se apaixone por este”. 

Aqui encontrará histórias sobre livros, sobre pessoas que vivem dos livros e sobre a relação destes com os leitores, ou seja, consigo. 

Foram necessários 10 anos para conseguir compor estes escritos. São essencialmente a experiência de Jaime Bulhosa como livreiro. Vou devorar, rapidamente!