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quinta-feira, 29 de junho de 2023

DE ROMA PARA DEUS: os Papas São Pedro, Alexandre VI e Francisco estão connosco

DE ROMA PARA DEUS: os Papas São Pedro, Alexandre VI e Francisco estão connosco 

A Espanha teve um papa. Chamava-se Rodrigo de Bórgia. Nasceu a 18 de agosto de 1503, na localidade valenciana de Játiva, em Espanha. Era filho de Isabel de Bórgia, irmã do papa Calisto III.

Estudo na Universidade de Bolonha e tornou-se o 214° papa da Igreja Católica. Optou por usar o nome de ALEXANDRE VI. Foi o único Papa espanhol.

Curiosamente, o Papa Jorge Mario Bergoglio (Papa FRANCISCO) também tem como língua materna o espanhol. Foi o primeiro Papa a nascer na América e a usar o nome de FRANCISCO, transmissor de hulmildade. 

O Santo Papa, filho de Regina Gogno e Mario Vasalho (tantos Marios?...), nasceu em Buenos Aires na Argentina. 

S. PEDRO nasceu a I a.C, na Basileia e morreu com 67 anos, na Colina do Vaticano, onde se ergueu a magestosa Basílica de S. Pedro, debruçada para a formosa Praça de S.Pedro.

Ali mesmo ao lado, como guardião, "armado" com a sua rede de pesca, está sepultado na Necrópole Vaticana, SÃO PEDRO.

Vale a pena a espera numa enorme fila a perder de vista para estar alguns instantes perto de "Deus".

SÃO PEDRO e o padroeiro de Évora, de Sintra, dos Pesacadores, de Rio Grande do Sul, dos Papas e de Roma.

Importa relembrar que SÃO PEDRO foi o primeiro Papa. Num total princípio de igualdade, o Santo quis os seus irmãos juntos de si. Além de Inocente IX, Benedito XII e XV, Pio XI, Paulo VI e João Paulo II, existem mais 62 Papas. Alguns deles sepultados nas paredes interiores da Basilica de São Pedro.


SÃO PEDRO é o Padroeiro dos Pescadores porque ele foi, alegadamente, pescador antes de se tornar um dos apóstolos de Jesus Cristo. 

Garante-se também que, a pedido de Jesus Cristo, foi ele quem lançou redes ao mar num período de grandes necessidades e fome para os seus semelhantes. O resultado foi milagroso e SÃO PEDRO conseguiu uma grande quantidade de peixes capturado graças ao esforço de suas mãos e braços.

Ainda hoje, SÃO PEDRO é visto como o protetor dos pescadores. Muitos homens e muitas mulheres do mar e as suas embarcações de pesca, que enfrentam as adversidades e imensos perigos, sentem-se mais seguros e protegidos. Muitos barcos estão batizados com o nome de SÃO PEDRO.  
 
O meu filho não é santo, mas chama-se, com orgulho, estima e admiração PEDRO. É o PP, para a família e amiguinhos. 

Beijos, mon Grand PIERRE!

Mário Gonçalves  / Diretor 

sábado, 20 de maio de 2023

Tenho saudades das sardinhas de Vasco da Gama

Enquanto os sinos da Igreja Matriz do Salvador de Sines tangem, clamando pelo povo da beira-mar mais abstraido pelo passar da freca maresia, Tu sorris doce e alegremente a chegada do teu batel que desce e sobe a barra.

O Tempo entra, majestosamente, na tua baía, enquanto observas, de olhar penetrante e doce, finalmente, a tua embarcação. Afinal, ela foi, explendidamente, erguida de casco para avante e de mastro para Deus, no pulsar do coração do Pinhal de Leiria, pela sábia demanda de Dom Dinis. 

Saudades desse Tempo de conservada madeira que arde de calor.

Preparem-se os cestos tecidos de duas asas para verter as saborosas e soculentas sardinhas. É Tempo delas. Saudades!

Vai um sardinhada, de genuinas sardinhas? Regadas com o azeite virgem de oliva da terra? Umas saborosas batatinhas? É Tempo delas. E uns pimentinhos, verdes e vermelhos, bronzeados pelo apelo calmo do quente carvão? Saudades!

O avô António, a avó Antónia e o Pedro descansam, num silêncio silenciado, os cântaros de água fresca que desce tranquilamente a serra. É Tempo de fitar a chegada das sardinhas, nos altifalantes de Vasco da Gama.

Paulatinamente, o Carlitos, rapaz de poucas falas, aproxima-se do azul do mar. O ambiente embriagava o ar que se respirava. O que fora eco quase extinto, aumenta agora junto do senhor José e da dona Lisete, um clamor, cada vez mais alto e reconfortante.

A família observa alguns pescadores autóctones que outrora sacavam ao anzol alguns salmonetes da cor das laranjas Por agora, reproduzem-se no prolongado Atlântico. Há, porquanto, ser hospitaleiro e receber de erguidos braço os brilhantes cardumes de portuguesas sardinhas. 

O que é português, não é ótimo. É bótimo!

Tempo é Saudades e Saudades é Tempo!

By Pensamentos Mário Gonçalves